CARLESEE COMPROU 10 TONELADAS DE ASFALTO FANTASMA E PF NADA FAZ

ína
Tocantinópolis
Guaraí
Gurupi
Dianópolis
Paraíso
Ton.
Contratadas
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
Valor ton. (R$)
521
663
732
576
604
650
521
Custo (R$)
2.605.000,00
3.315.000,00
3.660.000,00
2.880.000,00
3.020.000,00
3.250.000,00
2.605.000,00
Ton Paga
4.560,70
2480,26
2285,52
4.376,76
4.970,92
4.294,96
3.125,96
Valor Pago (R$)
2.376.124,70
1.644.412,38
1.673.000,64
2.521.013,70
3.002.435,74
2.791.724,07
1.628.625,16
35 mil
toneladas de
CBUQ
contratadas para as
7 residências
rodoviárias
R$ 21,3
milhões
custo total das 35
mil toneladas
contratadas da Brasil
PAV
26 mil
toneladas de
CBUQ
pagas pela AGETO
à Brasil PAV nas 7
residências
rodoviárias
R$ 15,6
milhões
total pago pela
AGETO entre
1º.1.18 a 23.8.19 por
26 mil toneladas de
CBUQ
R$ 604
valor médio pago à
Brasil Pavimentação
por cada tonelada de
massa
R$ 5,6
mi
valor pago pela
AGETO por “asfalto
fantasma”
Descrição resumida do contrato com a AGETO
08/11/2019 Via Avaritia aponta que 9,2 mil ton de “asfalto fantasma” teriam sido pagas pelo Estado à Brasil PA

Via Avaritia aponta
que 9,2 mil ton de
“asfalto fantasma”
teriam sido pagas pelo
Estado à Brasil PAV
Além de contrato em Alvorada, que levou
empresário à prisão, Polícia Civil investiga
contrato de massa asfáltica com agência
estadual de obras estadual para entregar 35 mil
toneladas do produto
08/11/2019 – 11:59
Inquérito da segunda-fase da Operação Via
Avaritia, da Polícia Civil, conduzida pela
Divisão Especializada de Repressão à
Corrupção (Decor) aponta que pelo menos
Imagens da sede da Brasil Pav em Alvorada, sul do
Tocantins (Foto: Reprodução/PC)
08/11/2019 Via Avaritia aponta que 9,2 mil ton de “asfalto fantasma” teriam sido pagas pelo Estado à Brasil PAV
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9.270,1912 toneladas de massa asfáltica
previstas no contrato da Brasil Pavimentação
com a Agência Tocantinense de Transportes e
Obras (AGETO) são de “asfalto fantasma”, isto
é, massa não fabricada nem entregue pela
empresa ao órgão público.
Notas fornecidas pela ANP
Para chegar ao número, os investigadores
comandados pelo delegado Guilherme Rocha
Martins, que conduzia o inquérito até ser
transferido da DECOR (Divisão Especializada
em Combate à Corrupção) para a 5ª Delegacia
de Taquaralto, analisaram todas as notas fiscais
da empresa de compra do cimento (CAP,
Cimento Asfáltico de Petróleo 50/70) que
produz a massa asfáltica CBUQ (Concreto
Betuminoso Usinado a Quente) fornecidas pela
Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Memória do cálculo
De posse das toneladas totais compradas pela
Brasil Pavimentação, os investigadores
aplicaram a dosagem mínima de 4,5% do CAP
50/70 fixada pelo contrato com a Ageto para ser
aplicado em cada tonelada de massa asfáltica
para chegar à quantidade máxima produzida de
asfalto com a quantidade de cimento comprada.
Ao diminuir a produção com o que a empresa
faturou (recebeu) da Ageto, aparece essa
diferença.
9 2 mil toneladas “fantasmas”
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9,2 mil toneladas “fantasmas”
Segundo o relatório, a empresa entre 1º de
janeiro de 2018 a 23 de agosto deste ano,
período correspondente às informações
prestadas pela ANP, a empresa comprou
757,1200 toneladas de CAP, aplicada a dosagem
de 4,5% na CBUQ chega-se ao máximo de
16.824,8889 toneladas no período, porém a
empresa recebeu por 26.095,0801 toneladas, daí
a diferença 9.270,1912 a menos.
Conforme o contrato com a Ageto cada tonelada
de massa asfáltica sai em média a R$ 604 o que
levariam as 9.270,19 supostamente não
entregues a representar um desfalque de R$ 5, 6
milhões.
14,4 mil toneladas fantasmas
A estimativa de “asfalto fantasma”, porém pode
ser maior, segundo o relatório dos
investigadores, se o cálculo for refeito apenas
para o período das notas faturadas pela Ageto
para a empresa, de 1º de maio do ano passado a
31 de maio deste ano, comparado com o
cimento asfáltico (CAP 50/70) comprado no
mesmo período.
Nesse caso, são 521,8300 toneladas de CAP
que, dosadas a 4,5% no CBUQ, produzem
11.596,2222 toneladas de massa, enquanto a
empresa recebeu 26.095,0801 toneladas pagas
pela AGETO, uma diferença de 14.498,8579
toneladas o que daria em torno de R$ 8 7
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toneladas, o que daria em torno de R$ 8,7
milhões pagos por “asfalto fantasma”.
Lamas nos municípios: sem
cimento CAP
Porém os investigadores ressaltam que a
empresa atendeu a outros municípios do
Tocantins, como em Palmas e Alvorada, de
onde partiu a ordem de prisão contra Welber
Morais, dono da empresa, também para
fornecimento de massa asfáltica, mas conforme
a análise da compra e produção da empresa, o
município pode não ter recebido o material
conforme contratado.
Segundo a Polícia Civil, a Prefeitura de
Alvorada pagou para a empresa R$ 1,2 milhão
entre 2018 e 2019 “por massa asfáltica que não
recebeu, vez que o faturamento para a autarquia
estadual (AGETO) já ultrapassa a produção da
Brasil Pavimentação”.
Na Capital, a Polícia aponta que a empresa
recebeu da Prefeitura entre 2018 e 2019 o valor
total de R$ 6.404.993,35 por massa asfáltica.
Ópera dos fantasmas
resumida
“Pelos critérios objetivos apresentados, uma vez
que o comércio de parte dos insumos (CAP
50/70) necessários para a entrega do objeto dos
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contratos é controlado pela ANP – Agência
Nacional de Petróleo, é primário concluir que a
empresa de propriedade do representado
JAMAIS entregou o que fora acordado com os
entes públicos, em especial com a Prefeitura de
Alvorada”, conclui a Polícia Civil.

Residência da
Obra
Porto Nacional
Araguaína
Tocantinópolis
Guaraí
Gurupi
Dianópolis
Paraíso
Ton.
Contratadas
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
5.000
Valor ton. (R$)
521
663
732
576
604
650
521
Custo (R$)
2.605.000,00
3.315.000,00
3.660.000,00
2.880.000,00
3.020.000,00
3.250.000,00
2.605.000,00
Ton Paga
4.560,70
2480,26
2285,52
4.376,76
4.970,92
4.294,96
3.125,96
Valor Pago (R$)
2.376.124,70
1.644.412,38
1.673.000,64
2.521.013,70
3.002.435,74
2.791.724,07
1.628.625,16
35 mil
toneladas de
CBUQ
contratadas para as
7 residências
rodoviárias
R$ 21,3
milhões
custo total das 35
mil toneladas
contratadas da Brasil
PAV
26 mil
toneladas de
CBUQ
pagas pela AGETO
à Brasil PAV nas 7
residências
rodoviárias
R$ 15,6
milhões
total pago pela
AGETO entre
1º.1.18 a 23.8.19 por
26 mil toneladas de
CBUQ
R$ 604
valor médio pago à
Brasil Pavimentação
por cada tonelada de
massa
R$ 5,6
mi
valor pago pela
AGETO por “asfalto
fantasma”
Descrição resumida do contrato com a AGETO

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