NOTICIA:MORO ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO EM FALCATRUA

NOTICIA:MORO ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO EM FALCATRUA
Talvez, isso explique a razão de Bolsonaro ter declarado a seguinte frase: “Se as pessoas soubessem o que aconteceu no Ministério da Justiça, ficariam enojadas”. Muitos brasileiros ficaram chocados e tristes pela saída de Moro do Ministério. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.
Fato comprovado: O Moro VENDEU os inquéritos da PF para o Doria. Bolsonaro soube disso às 13:00 do dia 23 de Abril (dia antes da demissão de Moro), em uma reunião envolvendo o Sr. Chefe da Abin, Ramagem, o seu filho Carlos Bolsonaro, o Sr. Helio, supervisor da secretaria da Casa Civil, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da CIA no Brasil. A princípio muito contrariados, Bolsonaro se recusou a trocar o Diretor da PF, Valeixo.
A aceitação veio através do informacao de que Moro estava recebendo o pagamento total dos prêmios, US$70.000,00 para cada inquérito vendido, mais um bônus de US$400.000,00 para todos os seus assessores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) por meio das empresas de João Doria e João Amoedo.
Mesmo assim, o Diretor da Abin descobriu o esquema por meio de um delator, que era assessor de Moro e não concordou com a prática, o que o obrigou a pedir exoneração do cargo, dizendo que não estava junto com Moro (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa).
Assim, combinou-se que o Moro pediria demissão antes que Bolsonaro o demitisse para que a culpa ficasse com Bolsonaro e Moro pudesse ter a vantagem de dizer que não havia feito nada de errado.
Dr. Wagner Maia, denuncia que Moro fugiu do Governo porque foi descoberto que ele cometeu crime de alta traição:
“A ABIN descobriu que o ex-diretor da PF(Valeixo, comparsa de Moro na ocultação dos patrões do Adélio e seus advogados) há muito estava escondendo os nomes, assim como crimes político-administrativos de Witzel e passando informações.
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