PREFETO DE COARI O REI DA PEDOFILIA E CORRUPÇÃO O PODER PODRE DE PAI PRA FILHO

Destaques | 25/07/2019 09:05

Corrupção em Coari passou de Pai para Filho. Justiça precisa botar um freio nessa família

Realmente a Justiça Federal precisa botar um freio nessa Família, já que a Justiça Estadual nada faz. O prejuízo ao erário é grande e não pode continuar.
Arte: Fiscaliza Manaus

O escandaloso esquema de corrupção e desperdício do dinheiro Público, maior parte dele, aproximadamente R$ 20 milhões, em Royaltes da Petrobrás, por conta da exploração de petróleo em Urucu, mostra a repetição de outros escândalos no município a 363 quilômetros de Manaus, com um pouco mais de 84 mil habitantes, segundo o último censo do Instituto Brasileiro Geografia e Estatístico (IBGE), em 2018.

 

O primeiro município no ranking em arrecadação é Manaus, que lidera com R$ 3 bilhões em recursos em 2018. O segundo é Coari, com R$ 232,5 milhões em recursos transferidos em 2018, pela União e governo estadual.  O terceiro município com a maior arrecadação é Presidente Figueiredo, a 108 quilômetros de Manaus, com o faturamento em torno de R$ 162,7 Milhões em 2018.
Por Aí pode-se ter uma ideia do poder econômico de Coari e, a voraz disputa política pelo município. Também, pelo volume de recursos, deveria ser o município modelo do Estado, mas não é bem assim que a população de lá vive.
Um ponto crucial nas denúncias que estão sendo apuradas pelo Ministério Público é se o dinheiro usado no sorteio do ‘mensalinho’ é de origem público ou seja, dos cofres públicos ou dos royalties que deveria ser usado para melhorar a qualidade de vida da população.
A reportagem da TV Amazonas, que denunciou o escândalo do ‘mensalinho’ e o Jornal Nacional da TV Globo que repercutiu o escândalo para too o Brasil, mostraram uma cidade onde o povo sofre com o péssimo sistema de saúde, ruas esburacadas, falta de saneamento básico e taxas elevadas de desemprego.
Por outro lado, o atual prefeito do município, Adail Pinheiro Filho, conhecido por Adilzinho, tem repetido a mesma fórmula do pai, preso em 2017 por vários crimes, entre os quais, pedofilia que mostrava, na época, através da mídia, uma cidade maravilhosa.
Realmente a Justiça precisa botar um freio nessa Família, pois o prejuízo ao erário é grande e não pode continuar.
‘Mensalinho’ em Coari
15 vereadores da Câmara Municipal de Coari, a 363 km de Manaus, são suspeitos de participar de um esquema de corrupção e alvos de investigação do Ministério Público do Amazonas (MPAM).
A investigação foi aberta após o “mensalinho” ser denunciado em um vídeo feito em 2017 e entregue ao órgão. No vídeo, os vereadores sorteiam o nome que será “premiado” com uma quantia em dinheiro (veja acima).
De acordo com a denúncia, o sistema de entregar o dinheiro a um vereador aleatoriamente era uma forma do prefeito do município, Adail Filho (PP), “controlar” a casa – uma mesada de R$ 10 mil que os parlamentares recebiam da Prefeitura de Coari.
A investigação aponta que oito vereadores participaram do bolão, mas que todos os 15 parlamentares recebiam mesada da prefeitura. O escândalo veio à tona quando quatro deles romperam com o prefeito Adail Filho e denunciaram o esquema ao MPAM.
“O dinheiro vem direto do Executivo e é proveniência da mão do prefeito Adail Filho para o presidente da Câmara, Keitton Pinheiro, que é primo dele”, contou o vereador Aldervan Cordovil.
ADAIL PAI ENVOLVIDO EM VÁRIOS ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO
Adail pai, foi preso pela Polícia Federal na Operação Vorax, realizada em 2008 e foi condenado a 57 anos de prisão em regime fechado, pela Justiça Federal.
Na época, a PF descobriu um esquema de corrupção que desviava dinheiro púbico em licitações fraudulentas e desvio de recursos da prefeitura. Uma montanha de dinheiro foi apreendida pela PF numa das casas de parentes de Adail Pinheiro.
 O juiz da 2 Vara Federal, Marllon Souza, disse no despacho que Adail Pinheiro se valia da condição de prefeito para cometer os desvios de dinheiro público, após montar um ‘refinado’ esquema de falsificação para cometer os delitos. Adail era, segundo o magistrado, o ‘mentor e autor intelectual’ das irregularidades do grupo criminoso que enviam parentes e funcionários da prefeitura.
O esquema de corrupção chocou a polícia e a justiça, quando foi descoberto que os dossiês de licitação fraudulentos eram confeccionados na própria prefeitura. O juiz aponta no despacho, que tudo era feito com recursos matérias e humanos após o período do expediente e nos finais de semana.
Adail foi novamente condenado por comandar uma rede de prostituição e de pedofilia. Ele foi acusado de exploração sexual de crianças e adolescentes em Coari. Ele foi eleito três vezes prefeito de Coari
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