HO CHE MIN PREFEITO DE PRAIA NORTE É EXPULSO DE CARGO PÚBLICO

08/2019 Prefeito de Praia Norte é expulso de cargo efetivo no Estado e vira alvo de ação de improbidade

Prefeito de Praia Norte é expulso de cargo
efetivo no Estado e vira alvo de ação de
improbidade
Quando era diretor de hospital estadual, Ho Che Min assinou frequência de servidor que não
trabalhava na unidade e agora responde a ação de R$ 2,2 milhões
28/08/2019 – 17:46
O prefeito de Praia Norte Ho Che Min Silva Vieira, 42 anos, recebeu a
pena de demissão do cargo serviço público estadual após processo da 2ª
Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar e
Sindicância da Corregedoria-Geral de Pessoal da Secretaria de
Administração.
O atual prefeito era efetivo da Secretaria da Saúde no cargo de Assistente
de Serviços de Saúde, mas cometeu as infrações que o fizeram ser demitido
quando atuava como diretor do Hospital Regional de Augustinópolis.
Infrações ao estatuto
A pena de demissão se deu porque o agora ex-servidor, concedeu frequências ao servidor
Wander Moraes de Sousa, entre agosto de 2011 e junho de 2012, mesmo ciente que Wander não
exercia atividades no Hospital Regional de Augustinópolis.
Ele também emitiu declaração de Exercício no Hospital de Referência de Augustinópolis para o
mesmo servidor que atuava em órgãos da Secretaria de Saúde de Itaguatins.
As fraudes permitiram que o servidor recebesse, de forma retroativa, R$ 42.997,95.
Improbidade
Após a demissão, o prefeito virou alvo de uma ação de improbidade administrativa protocolada
dia 19 de julho deste ano, pelo Ministério Público Estadual (MPE), na 1ª Escrivania Cível de
Augustinópolis. A ação inclui ainda o médico Ítalo Comitre de Campos, que teve pena aplicada
de 90 dias de suspensão.
Prefeito de Praia
Norte perdeu
cargo efetivo no
Estado e responde
por improbidade
(Foto: Prefeitura
de Praia Norte)
28/08/2019 Prefeito de Praia Norte é expulso de cargo efetivo no Estado e vira alvo de ação de improbidade
https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/politica/antena-ligada-1.1694939/prefeito-de-praia-norte-é-expulso-de-cargo-efetivo-no-estado-e-vi… 2/2
O valor de causa da ação é de R$ 2,2 milhões. O MPE pede que os dois devolvam aos cofres
públicos e paguem, cada um, a quantia de R$ 1 milhão a título de dano moral coletivo ao
Hospital Regional de Augustinópolis, além dos valores pagos indevidamente ao servidor.
Ainda não publicada
A demissão do servidor ainda não está publicada. Segundo a Controladoria Geral do Estado, o
procedimento adotado pela Corregedoria Geral do Estado só se efetiva a publicação após a
ciência do servidor, o que evita surpresa. No entanto, quando o servidor não é localizado, é
publicado edital e a portaria de demissão.
O JTO não conseguiu contato com o prefeito

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